REFLEXÕES e CATEQUESE - 32º DOMINGO DO TEMPO

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Existem muitas interrogações sobre a vida depois da morte. Uns a negam, outros pensam como uma retomada e uma continuação da vida na terra (ou até um retorno por aqui, em outro corpo), outros se esforçam para compreender melhor o que a Bíblia diz a respeito. Do modo de entender a outra vida, pode depender o modo de viver esta, no presente. Alguns dos cristãos de Tessalônica, por exemplo, tinham abandonado o trabalho, esperando para breve uma outra vida, feliz e descansada. Ainda hoje há muitos que, no fundo, acham que não vale a pena fazer muito esforço nesta vida, pois há outra. Afinal, o que a Palavra de Deus nos diz?

Uma primeira resposta a encontramos na 2ª leitura. Não é ainda uma resposta sobre a vida eterna! É uma advertência a respeito desta vida, que devemos viver, sim, na esperança de uma vida nova e mais feliz, mas sem deixar de fazer algo para merecer uma felicidade sem fim.

As recomendações de Paulo são de vigiar e orar. Paulo lembra que a feliz esperança da consolação eterna deve confirmar em toda boa ação e palavra, não distrair ou afastar delas! A vida cristã é uma vida ativa, não preguiçosa e acomodada. E há dois grandes motivos que desde já, todos os dias, inspiram a vida cristã são o amor de Deus e firme esperança em Cristo.

Deus nos ama por aquele amor que Paulo descreve tão bem no capítulo 13 da I Carta aos Coríntios. É o amor cheio de benevolência de quem – mesmo estando acima – não tem medo de rebaixar-se, aproximar-se do outro, partilhar de sua condição, doar-se inteiramente. Deus por nós tem este amor e este é o motivo da nossa confiança nada temos a temer por parte de Deus, nem ninguém poderá nos afastar dele, nem mesmo a morte.

 

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